Um estudo conduzido por pesquisadores da Columbia University Mailman School of Public Health encontrou evidências de que a exposição pré-natal ao inseticida clorpirifós (chlorpyrifos) está associada a alterações duradouras na estrutura e no metabolismo cerebral, além de pior desempenho motor em crianças e adolescentes.
Os pesquisadores acompanharam 270 participantes desde o nascimento e observaram uma relação dose-dependente: quanto maior a exposição durante a gestação, mais pronunciadas eram as anormalidades cerebrais e os déficits motores.
Embora o uso residencial do clorpirifós tenha sido proibido nos Estados Unidos em 2001, ele continua sendo empregado em atividades agrícolas, o que mantém o risco de exposição para trabalhadores rurais, gestantes e crianças. Os autores defendem monitoramento contínuo de populações vulneráveis e recomendam cautela para reduzir a exposição a esse e a outros pesticidas organofosforados durante a gravidez e a primeira infância.
Link para a matéria:
ScienceDaily – Common pesticide linked to hidden brain damage, scientists warn
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